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Início | Entrevistas | Mugen chega ao Android: Diogo Barros revela os bastidores da criação

Entrevistas

Mugen chega ao Android: Diogo Barros revela os bastidores da criação

“Como levei o Mugen para o celular: o caminho tortuoso de um maker brasileiro.”

Por
Redação
62 visualizações
Última atualização: 21 de setembro de 2025
6 leitura mínima
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Conteúdo
  • Início nos games e primeira experiência com Mugen
  • Da jogar para criar: Sprite Swap e domínio do código
  • Conquistas e ferramentas: Emulator, Openset e Androx
  • O obstáculo: o sumiço da ElecByte
  • Como nasceu o Mugen Android Emulator
  • Expressões internas da comunidade e visão crítica
    • Preferências, rivalidade e o apelo do Mugen
  • Dicas para criar no Mugen
  • Projetos atuais e próximos passos
  • Contatos

Desde que descobriu o Mugen ainda na infância, Diogo Barros, um estudante de Direito de 24 anos, sonhava em levar essa engine de luta para o celular. A surpresa veio em 2017, quando encontrou um caminho real para fazer isso acontecer, e, desde então, vem criando versões Android, ferramentas como o Openset e projetos ousados como o Androx Engine.

Início nos games e primeira experiência com Mugen

Qual foi seu primeiro contato com games e com o Mugen?

O Super Nintendo foi meu primeiro video game… depois testei todos os outros retrô, como a última versão do Atari.

E, aos 11 anos, jogou um Mugen dos Cavaleiros do Zodíaco na casa de um amigo, e depois versões em MS-DOS com poucos personagens. Entre os preferidos estavam “Dragon Ball vs Others 3” e “DBZ Mugen Edition 2”, baixados da Recreio ou Level Up.

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DBZ Mugen Edition 2

Foi essa mistura de nostalgia e curiosidade que alimentou seu fascínio e o impulso criativo, levando-o de jogador a criador.

Da jogar para criar: Sprite Swap e domínio do código

O que o motivou a criar seus próprios personagens no Mugen?

Comecei a criar alguns personagens apenas por Sprite Swap… eu queria criar, pois os queria dentro do meu jogo. Eu tinha um ataque em mente… por meio de tentativa e erro fui aprendendo como funcionava cada código.

O interesse, inicialmente simples, trocar sprites, logo evoluiu em estudo de códigos e lógica, com erros que ensinaram e moldaram sua jornada técnica.

Conquistas e ferramentas: Emulator, Openset e Androx

Diogo acumulou várias realizações: personagens de Dragon Ball Z/GT/Super, múltiplas versões do Mugen Android Emulator (v0.1 a v1.5), além do Openset (conversor de chars). E tem ainda o ambicioso Androx Engine, uma plataforma de criação de jogos que inclui lutas 2D, puzzles, plataformas, multiplayer e servidor online, retomável em um mês, segundo o autor.

Androx Engine

O obstáculo: o sumiço da ElecByte

Ainda é possível atualizar oficialmente o Mugen?

Não é possível. Como a ElecByte sumiu desde 2015… não temos o source code… se houver um bug, temos que burlar.

A ausência da ElecByte e do código-fonte original apresenta um desafio crítico — sem acesso ao código, somente hacks contornando bugs são possíveis, como o próprio Diogo precisou fazer.

Como nasceu o Mugen Android Emulator

Como você conseguiu adaptar o Mugen para Android?

Usei templates do site do Dosbox… descompilei o Dosmugen e o Winmugen, misturei partes de código hexadecimal…”

Com plugins, drivers e até boot de versões do Windows antigos, criou algo funcional, ainda que rudimentar, e desenvolveu o conversor automático de chars.

Foi esse trabalho quase artesanal, de engenharia reversa e bricolagem digital, que possibilitou rodar o Mugen em smartphones , um feito admirável e complexo.

Expressões internas da comunidade e visão crítica

E o que pensa dos modismos no Mugen hoje?
Diogo elogia projetos como o “Falso 3D”, mas observa:

Tem coisas que não fazem parte da proposta… é melhor usar outras engines como Godot ou Unity.

Ele reconhece o valor de experimentações, mas defende que certas criações fogem ao propósito original, sugerindo ferramentas mais adequadas para esses rumos.

Preferências, rivalidade e o apelo do Mugen

Quais são seus favoritos na comunidade?

Gosto muito do Orochi normal… nunca me apeguei a screenpacks.”
Sobre rivalidade: São coisas infantis… rende audiência, mas acaba saturando.

E sobre o encanto duradouro do Mugen:

Ele segue vivo porque novatos acham que é qualquer jogo 2D… impressionam-se com personagens lotados, mesmo desbalanceados.

A paixão pelo Mugen, para Diogo, nasce da simplicidade caótica e da fantasia descompromissada, mesmo que desequilibrada, segue atraente para gerações novas.

Dicas para criar no Mugen

Que conselho daria para quem quer começar a criar no Mugen?

Primeiro entender o que é um plano cartesiano… depois abrir com Fighter Factory e assistir meu tutorial bem humorado… com tentativa e erro e o Google Tradutor, você cria qualquer coisa.”

A proposta de Diogo é prática: comece pelo básico, explore com humor e persistência, e divirta-se nesse aprendizado.

Projetos atuais e próximos passos

Além do Androx e do Openset (em nova versão esperada após sua engine Astarout), Diogo já planeja o futuro: abrir a criação de chars de Dragon Ball Super, colaborar com nomes como Luiz17, Joeflizz, LegendTTA, Nostalgic 3D e Ian Miguel, enfim, seguir construindo a comunidade que o inspira

Diogo Barros é mais que um entusiasta: com 111 mil acessos no site e trânsito numa comunidade apaixonada, ele é uma peça chave na história recente do Mugen. Sua jornada, técnica, solitária, mas cheia de propósito, simboliza o espírito maker e colaborativo do universo dos fãs de luta 2D.

Dentre as suas contribuições para o Mugen, podemos citar:

  • Chars do Dragon Ball Z, GT e Super.
  • Mugen Android Emulator v.0.1 , v.0.2, v.0.3, v.1.0 e v.1.5.
  • Mugen Android Openset (conversor de chars).
  • Androx Engine.

Contatos

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MARCADO:Diogo BarrosMugen Android EmulatorNacionalProgramadorSmartphone
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