A série “Represontologia da Cultura” apresenta artefatos culturais analisados por meio da Represontologia, a ciência das representações. O objetivo é apresentar aplicações dos conceitos e também sugerir temas de pesquisa. Hoje é dia de Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya), clássico japonês. O personagem de quem vamos falar é Asterion, que possui a armadura de prata da constelação de Cães de Caça, enviada pelo Santuário para assassinar os cavaleiros de bronze revoltados no arco dos Cavaleiros de prata da primeira temporada.
Os Cavaleiros do Zodíaco operam com o cosmos, uma energia prévia que todo o ser humano possui e que, ao mesmo tempo, se muito elevado, pode consumir o corpo humano. Por isso utilizam as armaduras forjadas por Atena (que, por coincidência, também é o brasão da representação).
Esse cosmos permite manipular átomos e causar muitos efeitos: diminuir sua velocidade causa frio, esfregará-los um nos outros causa fogo, entre outros feitos. E isto fica mais intenso se o cavaleiro o sétimo sentido.
Asterion consegue ler as mentes dos oponentes e, assim, adivinhar seus movimentos (o que é muito útil em batalhas na velocidade da luz). Com essa habilidade, consegui ajudar Moses de Baleia a derrotar Marin de Águia, exatamente como um cão ajudou um caçador.
Obviamente consegue ler representações de movimento,
opinião, análise e biografia. O adversário abordou a sua representação interna da sua mente e nesse momento a informação “vaza” para Asterion, partilhando-a sem querer. Mas ele não consegue enviar suas representações para outras mentes, pois ele conversa com Moses para transmitir informações.
